sábado, 31 de dezembro de 2011

MINHA PRIMEIRA MORADA



Quando eu ainda não existia
Em minha vida ultra uterina,
Me transformava em feto
E recebia muito afeto
Nesta mansão pequenina.


Nas entranhas de uma mulher
No âmago de seu interior,
Vivi meus primeiros instantes
Que foram tão importantes
Na efervescência do amor.

Foi em um ato de amor
Entre sussurros e beijos,
Que eu lá me radiquei
E meu destino iniciei
A vida e meus ensejos.


Minha primeira morada
Mais valioso não tem,
É tão pura e tão sagrada
Onde fiz minha morada
O útero de minha mãe.


 
Aqui tento exaltar a mulher
Que por natureza é sofrida,
Pois sua barriga, antes do nada
Foi nossa  primeira morada
Iniciando assim nossa vida.
        J.  Coelho



 

5 comentários:

  1. Olá José..
    Gostei do poema e via sua sensibilidade em cada linha..

    Parabéns

    Bjs e muita paz
    Debby:)

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  2. Uauau poeta Jose.Como mulher e mãe amei esta homenagem a sua mãe,ela deve ter ficado muito feliz.E te digo mãe nem repara na barriga ou martírio,pois o amor maior de receber um filhinho esta no coração.Comigo foi assim tres vezes..Valeu passar aqui gostei.
    Sucesso.Bjus\Flor*Vou te seguir,me dá uma força me siga também.

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  3. De tudo o que vejo e leio nessa minha viagem virtual de internet, entrando e saindo de sites,blogs, espaços e mais espaços(alguns "vazios" que nem se pode denominar de espaço)eis que encontrei UM que que me cativou e me tomou o precioso tempo.Devemos sempre ser assim na WEB...Transmitir algo de prazeroso e que nos faça refletir.Afinal,VIVER ainda é o melhor "donwload" que a nossa essência pode fazer.Um abraço amigo do BRASIL DA PENA,
    Rubi Valente.

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  4. Lindos e sensíveis versos. Perfeita homenagem! Beijoquinhas

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